28/02/12

DESABAFO

Ser 100% verdadeiro é difícil. Mas é possível. E quando você age assim, você ganha pontos - e não o contrário. Pelo menos comigo.
Posso não ser nada, posso não ser ninguém, mas quando deixo alguém entrar na minha vida, deixo que entre pela porta da frente.
É o mínimo que faço por quem eu gosto. Ou por quem aparece do nada e me conquista.
A escolha de sair pela porta dos fundos, não é minha. É sua.
A escolha de fazer com que o mínimo se resuma a nada também não me diz respeito.
Sei lá se é por medo, falta de coragem ou de consideração pelo outro, mas as pessoas sempre escolhem a pior forma de fazer as coisas quando querem "cair fora", não é? Quando na real elas poderiam ser tão bacanas e, veja bem, mesmo depois de dizer o que gostariam....elas continuariam sendo especiais pra mim!
Simplesmente porque me trataram com a mesma dedicação que dei a elas.
Simplesmente porque mostraram que eu significo algo pra elas.
Só que, mais uma vez, a coisa não foi bem assim.
Pra você, pode ser besteira.
Pra mim, fica apenas a sensação ruim.
Bem ruim.

31/01/11

UM DIA...

Um dia - não faz muito tempo - escrevi um texto chamado O CAMINHO DE VOLTA. Foi quando voltei a amar. Foi quando minha vida, depois de voltas e voltas, parecia ter entrado nos eixos. Foi quando acreditei de novo. Bem....FOI. Curioso como aquela mesma vida, que as vezes até parece outra, se move. Gira. Muitas vezes até morre...e renasce. Renasce mesmo? Meus passos, que por tantas vezes me deram esse tipo de resposta, hoje, já não me dizem nada. Aquele caminho de volta eu não sei onde está. Não o encontrei mais. Desviei da estrada. E temo que para muito longe. Talvez um dia eu descubra um caminho como aquele. Talvez eu até o trilhe. E talvez eu faça esse percurso com olhos abertos e o coração fechado. Aprendi que de nada adianta se entregar. De nada vale pular no poço e esquecer de que, por mais profunda a queda, um dia você se arrebenta lá no fundo. Contos de fadas só servem pra fazer a gente dormir. E essa frase só serve para as crianças (que nem me leem aqui...). Um dia - faz muito tempo - eu achava que viver era sinônimo de amar. De ser feliz com alguém. Ser amado era essencial. Acordar sabendo-se querido. Dormir sentindo-se pleno. A felicidade só era palpável, pra mim, se meus dias fossem preenchidos pela presença de outra pessoa. Erro imaturo. Eu acreditava. Ainda. Não consigo acreditar mais.

07/06/10

REFLEXÃO MATINAL

Me impressiona a quantidade de vezes que desacredito no ser humano. Me impressiona o excesso de voltas que as pessoas dão em torno de si próprias. Me impressiona o destino, que me traz à tona. Me impressiona você não admitir. Me impressiona você seguir sorrindo mesmo assim. Me impressiona minha vontade de mudar: tudo, sempre. Eu não me impressiono fácil. Mas vem a vida e me põe em alerta.

25/04/10

Vamos construir Teatros em todo o Brasil!


Fui convidado pelo @MaxReinert para conhecer a campanha "Mais Teatro, Brasil - o Teatro é nosso!". Achei a campanha extremamente interessante e, desde já, manifesto meu apoio a ela. Abaixo reproduzo o manifesto que está no site que linkei acima. Leiam, traz muitas informações importantes. Participem!


Manifesto:
Nasce a maior campanha da história da cultura brasileira:
Mais Teatro, Brasil!
Porque, afinal: O Teatro é Nosso!

Missão:
A Campanha é um grande manifesto nacional que tem como missão fundamental a inclusão sociocultural, educacional e digital, incentivando e disseminando arte, cultura e entretenimento de Norte a Sul do Brasil, tendo como base fundamental o Teatro!

Objetivo da Campanha:
Colher o maior número de assinaturas possível para dar entrada, junto ao Congresso Nacional, num Projeto de Lei de Iniciativa Popular, para que seja obrigatória a construção de um "Centro Integrado de Cultura" em cada município, cuja população seja superior a 25 mil habitantes.

A ideia central é permitir que populações inteiras, que nunca tiveram contato com espetáculos de qualidade, ou mesmo espaços destinados à arte e à cultura – em sua imensa maioria restritas ao eixo Rio - São Paulo –, passem a ter acesso as mais diversas formas de expressão artístico-culturais, fomentando e desenvolvendo entre estas populações, um hábito tão fundamental para a formação do caráter de um povo, como é a cultura!

O que é um "Centro Integrado de Cultura"?
É um espaço multicultural e funcional que, além de um teatro de qualidade – que é o núcleo fundamental do Projeto –, privilegia também as mais diversas formas de manifestações artístico-culturais, como: salas de cinema, biblioteca, salas de exposições, salas para eventos e palestras, espaços para cursos e oficinas de teatro, artesanato, artes plásticas, pintura, música, dança, entre outras formas de expressões artísticas.

Esses Centros contarão também com um espaço multimídia - telecentro com computadores conectados à internet, para fomentar a inclusão digital nesses municípios e, ainda, espaços destinados ao comércio, com lojas, praça de alimentação e outros espaços comerciais.

Viabilidade econômico-financeira:
A ideia é integrar no mesmo lugar: arte, cultura, entretenimento, lazer e comércio. Tornando esses "Centros Integrados de Cultura" altamente atrativos e autossustentáveis, do ponto de vista econômico e financeiro, de forma que possam despertar o interesse em diversos tipos de patrocinadores – empresas privadas e estatais, instituições, Fundos, consórcios de empresas, entre outros –, nacionais e internacionais - como, por exemplo, o FIA: Fundo da Infância e Adolescência que recebe doações dos EUA e Alemanha -, para investir na construção, montagem, equipamentos e manutenção destes Centros, evitando que essas despesas recaiam diretamente sobre os Municípios, Estados ou União.

Portanto, um dos principais objetivos deste Projeto de Lei é que esses "Centros Integrados de Cultura" não dependam de investimentos públicos diretos para a sua realização.

Tamanho dos Centros e capacidade das salas de espetáculos (teatros):
O tamanho dos "Centros Integrados de Cultura" e a capacidade de suas salas de espetáculos (teatro) variam de acordo com o número de habitantes por município:

Para municípios com populações acima de 25 mil habitantes, a sala de espetáculos (teatro) terá, pelo menos, 250 assentos. Acima de 50 mil habitantes, pelo menos, 400 assentos. Acima de 100 mil habitantes, pelo menos, 600 assentos. Acima de 500 mil habitantes, pelo menos, mil assentos.

O tamanho dos Centros também será proporcional ao número de habitantes de cada um desses municípios.

Mas e os casos dos Municípios cuja população seja inferior a 25 mil habitantes e dos Municípios maiores, que desejem ter mais de um "Centro Integrado de Cultura"?
Apesar do Projeto de Lei não obrigar a construção nesses casos, isso não quer dizer que os Centros não possam ser construídos nesses Municípios. Muito pelo contrário! A ideia principal é fornecer todas as condições, benefícios e incentivos necessários para que seja construído um número cada vez maior desses “Centros Integrados de Cultura” pelo país, levando, de fato, arte, cultura e educação para todos os brasileiros, criando uma nova Era Cultural na história do nosso país!

Conceito arquitetônico e identidade visual do projeto:
A ideia é criar um projeto inédito em todo o mundo, no qual todos os "Centros Integrados de Cultura" terão um mesmo conceito arquitetônico, formando uma identidade visual única e exclusiva, que poderão ser identificados facilmente em qualquer lugar do Brasil em que estiverem presentes.

Importância desses "Centros Integrados de Cultura" para o desenvolvimento humano da nossa população, contribuindo para a diminuição das desigualdades sociais:
Para que um país seja justo socialmente, o desenvolvimento humano e social de sua população tem que acompanhar o desenvolvimento econômico do país.

Porém, quando não se tem uma educação de qualidade, que desperte nas pessoas um verdadeiro interesse, o resultado é o que vemos hoje em nosso país, o desenvolvimento social da população não está acompanhando o desenvolvimento econômico, gerando as enormes desigualdades sociais existentes hoje em dia.

E no centro de toda essa desigualdade econômico-social, está a cultura! A qualidade da educação de um país está intimamente ligada ao acesso que a sua população tem à cultura.

A cultura é o núcleo fundamental de toda a sociedade! Somente por meio da cultura é possível o desenvolvimento ético, moral, intelectual e educacional de toda a nação, permitindo, até mesmo, reduzir de forma significativa, os níveis de violência e o uso de drogas por parte de jovens, adolescentes e crianças, ao se tornarem muito mais conscientes e esclarecidos.

Ao permitir que desde cedo tenham acesso à cultura, começa a se desenvolver entre eles esse hábito tão fundamental para a formação de seu caráter, melhorando inclusive o seu aprendizado e desempenho escolar.

Sem o acesso à cultura, fica difícil despertar, nos próprios pais, o interesse para que seus filhos frequentem escolas, estudem ou tenham uma educação de qualidade. Não é a toa que vemos tantas crianças trabalhando nos campos, ou pedindo esmolas e vendendo balas no trânsito das grandes cidades, ao invés de estudar.

Portanto, a conclusão obvia que se chega é que quanto maior for o acesso à cultura, melhor será o nível da educação, e quanto melhor o nível da educação, menor serão as desigualdades sociais.

Daí a grande importância desta Campanha para o nosso país!

Dados esclarecedores, e até mesmo estarrecedores, da total falta de oportunidades de acesso à cultura no Brasil:
Você sabia que em todo o Estado do Tocantins, cuja população estimada é de 1,250 milhão de habitantes, há apenas uma sala de teatro? Que em todo o Estado de Rondônia, cuja população estimada é de 1,5 milhão de habitantes, há apenas três salas de teatro?

Você sabia que 95% de toda população brasileira nunca estiveram em um teatro?

Você sabia que apenas 16% dos municípios brasileiros têm salas de espetáculos? E isso, levando-se em conta salas com apenas 50 assentos e sem o mínimo de estrutura?

Como é possível, então, que o nosso povo possa desenvolver um hábito tão fundamental como é a cultura com tão pouco?

Conclusão:
Portanto, com o objetivo de disseminar a cultura por todo o Brasil, principalmente nas regiões em que populações inteiras nunca tiveram qualquer acesso ou espaços destinados a essa finalidade, é que estamos desenvolvendo essa grandiosa campanha.

Precisamos já de um Projeto de Lei que possibilite e privilegie de fato a inclusão social, cultural, educacional e digital para todo o país, ao invés de contemplar apenas os grandes centros urbanos ou os municípios interioranos mais abastados financeiramente.

Vamos aderir a essa extraordinária causa! Vamos criar uma verdadeira democratização sociocultural no Brasil, construindo mais 1.200 "Centros Integrados de Cultura" de Norte a Sul do país.

Para isso, precisamos da sua força! Vamos juntos transformar esse Manifesto em realidade!!!

Acesse www.maisteatrobrasil.org, clique "Dou a Maior Força", cadastre-se e assine a lista de adesão. Com a sua assinatura, será elaborado um Projeto de Lei de Iniciativa Popular, a ser entregue diretamente ao Congresso Nacional para aprovação.

Portanto, vamos gritar para todos:
Mais Teatro, Brasil!
Faça a diferença, porque, afinal: O Teatro é Nosso!
Dou a Maior Força!
E você?


04/04/10

SOBRE AQUILO QUE NÃO SE CONTROLA

Teme-se o desconhecido pela ausência, sufocante, de respostas.
Teme-se pela incerteza.
Pelo medo de não ser. De ser até.
Teme-se porque dele provém o que não se controla.
O inesperado. O inconcebível.
O medo toca-lhe a face. Sussurra-lhe nos ouvidos.
Teme-se, sim, por não saber. Ou por saber mais. E mais é saber da dor.
Da ausência. Do coração.
O desconhecido o abraça. Lhe cobre de beijos.
Medo? Impossível. Inimaginável.
Agora, saudade. Que fica. Que dói. Pra sempre.

07/03/10

nothing really matters



love is all we need
everything I give you
all comes back to me

(a primeira tattoo - 1°/03/10)



22/01/10

CONCLUSÕES DA IDADE

Acho que o mais intrigante é perceber que, quanto mais o tempo passa, mais duras ficam as pessoas. Sempre fui fiel aos meus pensamentos, mas quando me diziam que eu ainda iria aprender muito sobre essa coisa chamada “amor’, eu virava as costas e tapava os ouvidos – como se eu não precisasse aprender nada com os outros. A essa altura do campeonato, já não sei avaliar se todas as teorias que foram jogadas em meus braços são verdadeiras. Não sei se aquilo que eu acreditava piamente nunca passou de uma grande besteira. Não sei dizer se as pessoas deixam a leveza de certos sentimentos de lado em prol de algum benefício divino. Vestir uma armadura é mais confortável? Qual é a graça dessa piada? Por que o tempo insiste em endurecer o ser humano?

Quando penso na quantidade de vezes que escutei a frase “deixei de acreditar no amor”, saída da boca de pessoas tão diferentes – e TÃO especiais pra mim – nos últimos meses, paro e, por incontáveis segundos, fixo meu olhar em algum ponto qualquer. “Que porra é essa?”, digo. Ok, essa não é a pergunta mais apropriada. Mas, convenhamos: nesse caso, qual é o questionamento mais coerente? Mais sensato? E qual é a melhor resposta?

Estou com 31 anos de vida. Chego a esse ponto de minha estrada com a notória sensação de que amar pode não valer tanto a pena assim. Aos amigos que me lêem e que me conhecem realmente, essa confissão vai soar um tanto quanto estranha, eu sei. Se eu endureci? Não sei. É uma fase? Talvez. É mais um desabafo do Thiago? Sim, mais um! Não gostou? Problema é seu.

Em que momento deixa-se de crer em um sentimento que, por séculos, tem sido taxado e elevado aos céus como “o mais belo” de todos? Juro, não sei. Mas gente, essa é a vida real! Acontece mesmo!! E aqui, com quase 32 aninhos, chego à conclusão de que, sinceramente, eu esperava que isso fosse demorar um pouquinho mais pra acontecer comigo. O fato é que cansei desse meu coração mole. Cansei de escutar “que bacana esse seu jeito intenso de sentir” ou “como é legal amar assim, sofrer assim”. Legal porque não é contigo, ok? Saturou. Não quero sentir mais nada desse jeito, não pretendo mais dedicar horas a alimentar desejos ou emoções, e nem tenho mais idade pra isso.

Há alguns anos atrás, escrevi uma crônica para um jornal cujo título era: “Pra quem não ama”. Nela, falava sobre o lado positivo de não amar ninguém. De estar só e feliz. Lembro-me que uma das frases (talvez mais coerente do que qualquer outra que eu tenha escrito aqui), dizia: “ficar sozinho é ótimo, pois é o melhor momento para você ficar próximo de você mesmo”. Soa piegas? Pode até ser. Mas ameniza um pouquinho desse meu sentimento e de uma certa dor que insiste em martelar aqui dentro.

18/01/10

2010

Comecei o 1º de janeiro de 2010 com a mesma sensação do dia 31 de dezembro de 2009: cansaço. Juro que nunca entendi muito bem o por quê de todo mundo depositar mil e uma expectativas no momento da virada, com mil planos mirabolantes e resoluções impossíves que só nos fazem desacreditar mais e mais em nós mesmos quando percebemos que nada daquilo que queríamos, de fato, se realizou. Por isso, no momento, eu só quero ser feliz. E descansar um pouco. A mente, o corpo. Principalmente, a mente. O corpo até que tiro de letra. Mas a cabeça anda precisando de férias...! Enfim...o post é rapidinho, só pra desejar um 2010 realmente novo pra todo mundo. Não esqueça que, no final das contas, o que vale é ser feliz!
Portanto, seja!

06/01/10

BICHO DO MATO

Preciso cuidar (mais) de mim. O aperto no meu peito tem me sufocado de tal forma que...nem tenho nada pra dizer. A letra da música abaixo resume tudo (Bicho do Mato - Fernanda Porto):

Hoje eu tô bicho do mato
Quero ficar só
Meu tempo o tempo todo
Sigo cada passo devagar
Sandália de dedo
Telefone que não toque
Tenho alguma coisa para dizer, mas hoje não
Som que escuto é silêncio bom
Saudade de cada canto da sala
Porta fechada
Mundo de fora trancado aqui dentro
Você não vai entender
Você vai duvidar
Mas é só isso
Hoje eu só quero ficar só
Fone de ouvido na cabeça
Milhões de coisas para pensar
Quarto quadrado, caneta e papel na mesa
Tudo me esperando
Nesse silêncio escuto tudo
Cada virada de página
Vento batendo na janela
Amor de vizinho, escuto tudo
Não sei quanto tempo mais fico por aqui
Não me sinto só, estou bem acompanhada
Espero a hora
Vem me buscar
Vem me lembrar que tudo volta

21/12/09

O CAMINHO DE VOLTA*

Ali, no escuro, eu não sabia. Fechados, meus olhos viam possibilidades que, mesmo distantes, faziam sentido para mim. Aí, tua mão tocou na minha. No meio da noite. E, como se já fosse costumeiro, eu a segurei. Com toda a minha força. Trouxe-a para junto de mim. Embora não precisasse: ela já estava. Eu a sentia assim. Desse jeito. Como eu imaginei um dia.

Ali, no escuro, eu sonhava. E a estrada se desenhava longa. Cansativa. Exaustão pura. Meus pés há muito estavam fincados num único lugar. A ausência de movimentos estranhamente me empurrava para frente, mas a verdade, sempre foi, é que eu queria voltar. Romper. Respirar. E, embora eu caminhasse, não sabia aonde chegar. Mas aí, tua mão tocou na minha. E eu a segurei. E entendi que meus motivos não anulariam, nunca, os seus. Descobri que distantes já estavam os abismos. Que os tropeços são inerentes e até naturais. Ali, no escuro, eu vi o sol, insistente, surgindo no fim de tudo. Iluminando os meus apagados sentimentos. Um sonho. Realidade. Seria o espaço entre o “querer” e o "permitir"? Firme, continuei a segurar tua mão. E, aos poucos, deixei minhas dúvidas escorrerem por entre as pedras daquela estrada. Desse jeito. Como eu imaginei um dia.

Ali, no escuro, eu queria. Valeria a pena, sim. E, com os olhos fechados, decidi. Me despedi das dores todas. Da insistente vontade de maltratar o mundo. Me despedi do que assombrava os meus dias. Abandonei, em algum ponto dentro da minha existência. E voltei. Porque continuar naquela estrada, com os pés fincados, não fazia mais sentido. Cruzei o caminho de volta. Rompi. Respirei. E voltei a amar. Desse jeito. Como eu imaginei um dia.

*texto escrito em 2008, em algum ponto dessa tão longa estrada...